
Disse da moça sabida que tudo começou num sim.
Uma partícula disse sim a outra e nasceu: eu e você.
Mas antes de sim, a partícula olhou a outra partícula.
Só é sabido o dizer da moça porque vi o que ela me deixou pra ver.
Só sei também porque vi a caramboleira e o holofote. E porque vi alguém no holofote, e vi que tinha nas mãos a chave do mundo, quer dizer, vi a chave do mundo no que tinha nas mãos.
Quando uma coisa olha pra outra coisa e sem querer os olhares se cruzam, começa-se a prestar atenção, e se trata logo pra transformar o vido em visto.
E de se tratar a vista bilha, brilha,brilha até ofuscar. Aí vê cada vez mais.
Eu acho que tudo começou “num visto”.
E, por sinal, tenho uma supresa: fecha os olhos?
Sei do sabido porque xeretei o que tinha na mão de quem estava sob a minha caramboleira.
E é muito do meu direito, não que a caramboleira seja minha, nem que o jardim tenha dono, mas, mas, mas... que ousadia!
Uma partícula disse sim a outra e nasceu: eu e você.
Mas antes de sim, a partícula olhou a outra partícula.
Só é sabido o dizer da moça porque vi o que ela me deixou pra ver.
Só sei também porque vi a caramboleira e o holofote. E porque vi alguém no holofote, e vi que tinha nas mãos a chave do mundo, quer dizer, vi a chave do mundo no que tinha nas mãos.
Quando uma coisa olha pra outra coisa e sem querer os olhares se cruzam, começa-se a prestar atenção, e se trata logo pra transformar o vido em visto.
E de se tratar a vista bilha, brilha,brilha até ofuscar. Aí vê cada vez mais.
Eu acho que tudo começou “num visto”.
E, por sinal, tenho uma supresa: fecha os olhos?
Sei do sabido porque xeretei o que tinha na mão de quem estava sob a minha caramboleira.
E é muito do meu direito, não que a caramboleira seja minha, nem que o jardim tenha dono, mas, mas, mas... que ousadia!
